Como Interpretar a Análise de Solo
Por que Interpretar a Análise de Solo?
A análise química do solo e a ferramenta mais importante para avaliar a fertilidade de uma área agrícola. Por meio dela, e possível determinar os teores de nutrientes disponíveis para as plantas e as características que influenciam essa disponibilidade, embasando decisões precisas de calagem e adubação.
Segundo a EMBRAPA, a análise de solo e a principal ferramenta de avaliação da fertilidade do solo e possibilita a tomada de decisão para a pratica da calagem ou para a recomendação da adubação. Contudo, obter um laudo laboratorial e apenas metade do caminho — saber interpreta-lo corretamente e o que transforma dados em lucro.

De acordo com PREZOTTI e GUARCONI (Incaper, 2013), "Um dos aspectos mais importantes para uma agricultura sustentável e o conhecimento da fertilidade do solo, além de suas características e limitações, para que intervenções sejam realizadas da maneira mais racional possível, evitando-se os desequilíbrios ambientais."
O plano de fertilização em 5 etapas
- Amostragem de solo da área a ser cultivada
- Análises laboratoriais
- Interpretação da análise (foco deste guia)
- Recomendação de fertilizantes e corretivos
- Aplicação e manejo dos insumos na lavoura
ATENCAO — Extratores e regionalidade
Não existe um laudo de análise de solo 'padrão' no Brasil. Cada estado possui seu manual de métodos especifico. Os critérios de interpretação variam conforme o extrator utilizado e a região. Sempre utilize as tabelas de referencia do seu estado ou região de cultivo.
Amostragem do Solo: o Alicerce da Interpretação
Antes de interpretar qualquer resultado, e fundamental garantir que a amostragem foi realizada corretamente. Os maiores índices de equívocos em um plano de fertilização acontecem exatamente nessa etapa. Uma amostra de aproximadamente 300 g representa um volume de solo de 2.000.000 dm3/ha — ou seja, 1 parte em 200 milhões.
Protocolo de coleta recomendado
- Dividir a área em talhões homogêneos (max. 20 ha), considerando topografia, cor, textura, vegetação e histórico de manejo.
- Utilizar o mesmo equipamento de coleta em toda a amostragem (trado, sonda, pá de corte ou enxadão).
- Coletar aproximadamente 20 amostras simples com enxadão/trado, ou 30 com sonda, percorrendo a área em zigue-zague.
- Coletar nas profundidades padrão: 0-20 cm e 20-40 cm. Amostras em profundidades intermediarias não podem ser interpretadas pelas tabelas disponíveis na literatura.
- Em culturas perenes, amostrar sob a copa das plantas E na entrelinha, enviando duas amostras compostas separadas ao laboratório.
- Misturar as amostras simples, destorroar em lona plástica, secar a sombra, retirar ~300 g, identificar e enviar ao laboratório credenciado.
pH do Solo: o Maestro da Fertilidade
O pH mede a acidez ativa do solo — a atividade de H+ presente na solução do solo. E o parâmetro mais importante do laudo, pois governa a disponibilidade de praticamente todos os nutrientes. O pH varia ao longo do tempo conforme o manejo, cultivos sucessivos e adubações.
Na análise, o pH e determinado em potenciômetro agitando-se 10 cm3 de solo com 25 mL de agua (relação 1:2,5). No Estado de São Paulo, o IAC/ESALQ-USP determina o pH em solução de CaCl2 (0,01 mol/L), que reduz a influencia de sais sobre a leitura.
Tabela 1 — Classes de interpretação do pH
| Determinação | Acidez Elevada | Acidez Media | Acidez Fraca |
| pH em agua | < 5,0 | 5,0 – 5,9 | 6,0 – 6,9 |
| pH em CaCl2 | < 4,4 | 4,4 – 5,3 | 5,4 – 6,3 |
Fonte: Prezotti et al. (2007); Raij et al. (1996) — IAC / ESALQ-USP
| FAIXA IDEAL DE pH A faixa de pH considerada adequada para o crescimento e desenvolvimento da maioria das culturas situa-se entre 6,0 e 6,5. Nessa faixa não ha presença de Al3+ (forma toxica) e ha boa disponibilidade de nutrientes. Fonte: Novais et al. (2007) — UFV/SBCS. |
| EFEITO DO pH ALTO Em pH acima de 6,5, a solubilidade do Fe decresce aproximadamente mil vezes por unidade de pH. A disponibilidade de Zn, Cu e Mn também e reduzida significativamente. Fonte: Prezotti & Guarconi (2013). |
Alumínio Trocável (Al3+): o Inimigo das Raízes
O alumínio trocável (Al3+), também denominado acidez trocável, e a forma iônica toxica do alumínio as plantas. O Al3+ causa engrossamento e encurtamento das raízes, impede a formação de pelos radiculares e prejudica a absorção de agua e nutrientes.
Com a elevação do pH acima de 5,5 pela calagem, o Al3+ (toxico) passa para a forma insolúvel Al(OH)3 (não toxico). Após a calagem bem executada, o teor de Al3+ deve assumir o valor zero.
Tabela 2 — Classes de interpretação para Al3+ (extrator: KCl 1 mol/L)
| Elemento | Baixo (cmolc/dm3) | Medio (cmolc/dm3) | Alto (cmolc/dm3) |
| Al3+ | < 0,3 | 0,3 – 1,0 | > 1,0 |
Fonte: Prezotti et al. (2007)
Saturação por Alumínio (m%)
A saturação por alumínio indica o percentual da CTC efetiva (t) ocupado pelo Al3+. Formula:
m (%) = (Al3+ ÷ t) x 100
Tabela 3 — Classes de interpretação para m%
| m% | Classificação | Ação recomendada |
| < 50% | Baixo | Situação aceitável para culturas tolerantes |
| 50–70% | Médio | Risco moderado; calagem recomendada |
| > 70% | Alto | Toxidez severa; calagem urgente |
Fonte: Novais et al. (2007) — UFV/SBCS
CTC Total e Efetiva: a Capacidade de Retenção de Nutrientes
A Capacidade de Troca de Cátions (CTC), representada pela letra T, indica a quantidade total de cargas negativas do solo medidas a pH 7. E uma das variáveis mais importantes para avaliar o potencial produtivo do solo, pois determina sua capacidade de adsorver e reter nutrientes catiônicos como K+, Ca2+ e Mg2+.
T = K+ + Na+ + Ca2+ + Mg2+ + (H + Al) ou T = SB + (H + Al)
Tabela 4 — Classes de interpretação para CTC
| Caracteristica | Unidade | Baixo | Medio | Alto |
| CTC Total (T) | cmolc/dm3 | < 4,5 | 4,5 – 10 | > 10 |
| CTC Efetiva (t) | cmolc/dm3 | < 2,5 | 2,5 – 6,0 | > 6,0 |
Fonte: Novais et al. (2007) — UFV/SBCS
Proporção ideal de nutrientes na CTC (solos férteis)
| Nutriente | Proporcao Ideal na CTC (%) |
| Calcio (Ca2+) | 50 a 70% |
| Magnesio (Mg2+) | 10 a 15% |
| Potassio (K+) | 3 a 5% |
| Sodio (Na+) | < 5% |
| H + Al (acidez) | Reduzir com calagem |
Fonte: Prezotti & Guarconi (2013); Novais et al. (2007)
Saturação por Bases (V%): o Principal Critério de Calagem
A saturação por bases (V%) indica a porcentagem do total de cargas negativas da CTC (T) que esta ocupada pelas bases (K+ + Na+ + Ca2+ + Mg2+). E o índice mais utilizado para orientar a calagem no Brasil, especialmente nos solos do Cerrado.
V (%) = (SB ÷ T) x 100
Tabela 5 — Classes de interpretação para V%
| V% | Classificação | Ação recomendada |
| < 50% | Baixo (Distrófico) | Calagem necessária para elevar V ao valor exigido pela cultura |
| 50% | Médio (Mesotrófico) | Faixa adequada para a maioria das culturas |
| > 50% | Alto (Estrófico) | Boa fertilidade; monitorar para nao exceder exigencia da cultura |
Fonte: Novais et al. (2007) — UFV/SBCS; CFSEMG 5a Aproximacao (1999)
| FORMULA — NECESSIDADE DE CALAGEM (Método V%) NC (t/ha) = [(V2 - V1) x T] / (PRNT x 10) Onde: V2 = V% desejada; V1 = V% atual; T = CTC total (cmolc/dm3); PRNT = Poder Relativo de Neutralização Total do calcário (%). Fonte: Alvarez V. et al. (1999); Novais et al. (2007) — UFV/SBCS. |
Matéria Orgânica (MO): o Indicador de Vida do Solo
A matéria orgânica do solo (MO) e um indicador fundamental de qualidade e saúde do solo. Ela influencia a CTC, a estrutura, a atividade biológica, a retenção de agua e o fornecimento de nutrientes, especialmente o nitrogênio.
Para uma referencia pratica: um solo com 1,9% de MO contem aproximadamente 570 kg de N/ha. Considerando uma taxa de mineralização de 3% ao ano, esse solo disponibiliza cerca de 17 kg/ha/ano de N — quantidade que mantem as vegetações naturais mas insuficiente para culturas comerciais de alta produtividade.
Tabela 6 — Classes de interpretação para Matéria Orgânica
| Elemento | Metodo | Unidade | Baixo | Medio | Alto |
| Materia Organica (MO) | Walkley & Black | dag/kg | < 1,5 | 1,5 – 3,0 | > 3,0 |
Fonte: Novais et al. (2007) — UFV; Prezotti et al. (2007)
| SOLO ARENOSO COM BAIXA MO (< 1,5 dag/kg) Baixa CTC e baixo poder tampão. Exige parcelamento da adubação para evitar lixiviação de nutrientes. Doses elevadas de fertilizantes K e N podem causar danos as raízes por aumento da salinidade. Fonte: Novais et al. (2007). |
Fosforo (P): o Nutriente que o Solo 'Esconde'
O fosforo disponível (P) e a medida relativa da quantidade de P que as plantas conseguem absorver. Para sua determinação, são utilizados extratores específicos — os mais comuns são o Mehlich-1 (utilizado na maioria dos estados) e a Resina de Troca Iônica (padrão no Estado de São Paulo, conforme o Boletim 100 do IAC).
Fosforo Remanescente (P-rem): chave para interpretar o P disponível
O P-rem mede a capacidade de adsorção de P do solo. Quanto mais argiloso o solo, menor o P-rem e menor a fração de P recuperada pelo extrator. Por isso, os limites de disponibilidade de P são diferentes conforme a textura do solo.
Tabela 7 — Estimativa de textura pelo P-rem
| P-rem (mg/L) | Estimativa de Textura do Solo |
| < 20 | Argilosa |
| 20 – 40 | Média |
| > 40 | Arenosa |
Fonte: Prezotti et al. (2007); Novais et al. (2007)
Tabela 8 — Classes de disponibilidade de P (Extrator Mehlich-1)
| Cultura | P-rem (mg/L) | Baixo (mg/dm3) | Médio (mg/dm3) | Alto (mg/dm3) |
| Perene | < 20 | < 5 | 5 – 10 | > 10 |
| Perene | 20 – 40 | < 10 | 10 – 20 | > 20 |
| Perene | > 40 | < 20 | 20 – 30 | > 30 |
| Anual | < 20 | < 20 | 20 – 40 | > 40 |
| Anual | 20 – 40 | < 40 | 40 – 60 | > 60 |
| Anual | > 40 | < 60 | 60 – 80 | > 80 |
| Hortaliça | < 20 | < 30 | 30 – 60 | > 60 |
| Hortaliça | 20 – 40 | < 60 | 60 – 100 | > 100 |
| Hortaliça | > 40 | < 100 | 100 – 150 | > 150 |
Fonte: Prezotti et al. (2007); Raij et al. (1996) — IAC/ESALQ-USP
Veja também: Fósforo (P) na Agricultura: O Nutriente que Mais Limita a ALTA Produtividade?

Potássio (K): a Análise Revela Apenas a Ponta do Iceberg
O potássio disponível (K) indica o teor de K que as plantas conseguem absorver a curto prazo. Contudo, 98% do K total do solo encontra-se nas estruturas dos minerais em forma não disponível (K estrutural). A analise de solo determina apenas a fração trocável e o K em solução.
Tabela 9 — Classes de interpretação para K disponível
| Método | Cultura | Baixo (mg/dm3) | Médio (mg/dm3) | Alto (mg/dm3) |
| Mehlich-1 | Perene / Anual | < 60 | 60 – 150 | > 150 |
| Mehlich-1 | Hortaliça | < 80 | 80 – 200 | > 200 |
| Resina (IAC) | Todas | 0 – 60 | 61 – 120 | 121 – 235 |
Fonte: Prezotti et al. (2007); Raij et al. (1996) — IAC/ESALQ-USP
Calcio (Ca) e Magnésio (Mg): Além da Calagem
Calcio e magnésio indicam a quantidade desses elementos na forma trocável (Ca2+ e Mg2+), passível de absorção pelas plantas. São os elementos que mais influenciam na V% em razão de sua maior taxa de ocupação da CTC.
ATENCAO: solos de baixa CTC e baixos teores de Ca e Mg podem apresentar V% media a elevada — uma indicação falsa de boa fertilidade. Por isso, e imprescindível avaliar os teores absolutos de Ca e Mg juntamente com a V%.
Tabela 10 — Classes de interpretação para Ca e Mg
| Elemento | Método | Unidade | Baixo | Médio | Alto |
| Cálcio (Ca) | KCl 1 mol/L | cmolc/dm3 | < 1,5 | 1,5 – 4,0 | > 4,0 |
| Magnésio (Mg) | KCl 1 mol/L | cmolc/dm3 | < 0,5 | 0,5 – 1,0 | > 1,0 |
Fonte: Prezotti et al. (2007); Novais et al. (2007) — UFV
| RELACAO Ca:Mg NA CTC Uma boa proporção Ca:Mg na CTC e de aproximadamente 3:1 a 5:1. Desequilíbrios podem causar antagonismo e deficiências induzidas. O calcário calcítico (alto Ca) e o calcário dolomítico (Ca + Mg) são escolhidos conforme a necessidade de elevar um ou ambos os elementos. |
Enxofre (S): Nutriente Frequentemente Negligenciado
O enxofre e facilmente lixiviado na forma de SO42-. Geralmente seu teor e maior em camadas inferiores (20–40 cm). Pode ocorrer deficiência quando são utilizados continuamente fertilizantes sem S (como formulações de alta concentração) em lavouras de alta produtividade.
Espécies mais exigentes em S pertencem as famílias das crucíferas (repolho, couve-flor) e liliáceas (alho, cebola), com demandas medias de 70 a 80 kg/ha de S. O gesso (CaSO4.2H2O) e fonte eficiente e econômica.

Tabela 11 — Classes de interpretação para Enxofre
| Elemento | Metodo | Baixo (mg/dm3) | Medio (mg/dm3) | Alto (mg/dm3) |
| Enxofre (S) | CaH2PO4 0,01 M | < 5,0 | 5,0 – 10 | > 10 |
Fonte: Prezotti et al. (2007)
Micronutrientes: Pequenas Doses, Grandes Impactos
A analise de micronutrientes apresenta limitações especificas: os baixos teores extraídos, o pH, o teor de argila e de matéria orgânica do solo são variáveis que podem influenciar a interpretação da disponibilidade. Nas analises de rotina, o extrator mais utilizado e o Mehlich-1, exceto para Boro, que usa agua quente.
Tabela 12 — Classes de interpretação para micronutrientes disponíveis no solo
| Elemento | Método | Baixo (mg/dm3) | Médio (mg/dm3) | Alto (mg/dm3) |
| Boro (B) | Agua quente | < 0,35 | 0,35 – 0,9 | > 0,9 |
| Zinco (Zn) | Mehlich-1 | < 1,0 | 1,0 – 2,2 | > 2,2 |
| Cobre (Cu) | Mehlich-1 | < 0,8 | 0,8 – 1,8 | > 1,8 |
| Ferro (Fe) | Mehlich-1 | < 20 | 20 – 45 | > 45 |
| Manganes (Mn) | Mehlich-1 | < 5,0 | 5,0 – 12 | > 12 |
Fonte: Prezotti et al. (2007); Novais et al. (2007) — UFV/SBCS
Comportamento especifico de cada micronutriente
- Boro (B): Facilmente lixiviado em solos arenosos e com baixa MO. Deficiência comum em períodos secos. Calagem não altera disponibilidade.
- Zinco (Zn): Deficiência comum em solos argilosos com pH elevado. Calagem e altas doses de P reduzem sua disponibilidade.
- Cobre (Cu): Em solos orgânicos forma complexos estáveis. Solos arenosos são mais deficientes.
- Ferro (Fe): Geralmente abundante em solos tropicais. Disponibilidade muito reduzida com aumento do pH. A calagem controla toxidez em culturas sensíveis.
- Manganês (Mn): Abundante em solos tropicais. Disponibilidade diminui com pH alto. Deficiência mais comum em solos arenosos e épocas secas.
- Molibdênio (Mo): Deficiência em solos ácidos e arenosos. A calagem aumenta sua disponibilidade. Essencial para fixação de N pelas leguminosas.
Como Calcular a Necessidade de Calagem
A calagem e a pratica de aplicar calcário agrícola para elevar o pH do solo, neutralizar o Al3+, fornecer Ca e Mg, e melhorar as condições gerais de fertilidade. Os dois métodos mais usados no Brasil são:
Método da Saturação por Bases (Cerrado e regiões tropicais)
Amplamente recomendado pela Embrapa Cerrados, UFV e UFLA. Baseia-se na elevação da V% ate o valor exigido pela cultura.
NC (t/ha) = [(V2 - V1) x T] / (PRNT x 10)
V2 = saturação por bases desejada (%) | V1 = saturação por bases atual (%) | T = CTC total (cmolc/dm3) | PRNT = Poder Relativo de Neutralização Total (%)
Veja também: PRNT do Calcário: O Que É e Por Que Importa na Calagem?
Método do pH SMP (Sul do Brasil)
Recomendado pelo Manual de Adubação e Calagem para RS/SC (UFRGS/SBCS). Utiliza o pH SMP, determinado com solução tampão, para estimar a acidez potencial (H+Al) e a dose de calcário necessária.
| QUALIDADE DO CALCARIO — PRNT O PRNT (Poder Relativo de Neutralização Total) combina o teor de CaCO3 equivalente com a granulometria do calcário. Quanto maior o PRNT, menor a dose necessária. Sempre exija o boletim de analise do calcário e use o PRNT na formula. |
| GESSAGEM — COMPLEMENTO DA CALAGEM O gesso agrícola (CaSO4.2H2O) não corrige a acidez, mas fornece Ca e S para as camadas mais profundas, onde o calcário não chega rapidamente. Especialmente indicado para solos do Cerrado com Al3+ em subsuperfície. Fonte: Souza et al. (1995) — Embrapa Cerrados. |
Referência
PREZOTTI, L.C.; GUARCONI, A.M. Guia de Interpretacao de Analise de Solo e Foliar. Vitoria, ES: Incaper, 2013. 104 p.
NOVAIS, R.F.; ALVAREZ V., V.H.; BARROS, N.F. et al. Fertilidade do Solo. Vicosa, MG: Sociedade Brasileira de Ciencia do Solo (SBCS), 2007. 1017 p. — UFV.
RAIJ, B. van; CANTARELLA, H.; QUAGGIO, J.A.; FURLANI, A.M.C. Recomendacoes de adubacao e calagem para o Estado de Sao Paulo. 2. ed. Campinas: IAC, 1996. (Boletim Tecnico 100). — IAC / ESALQ-USP.
CANTARELLA, H. et al. Boletim 100 — Recomendacao de adubacao e calagem para o Estado de Sao Paulo. Campinas: IAC, 2022. 489 p. — IAC.
ALVAREZ V., V.H.; RIBEIRO, A.C. Calagem. In: COMISSAO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Recomendacoes 5a Aproximacao. Vicosa-MG, 1999. 359 p. — UFV / UFLA.
SOUZA, D.M.G.; LOBATO, E.; REIN, T.A. Uso de gesso agricola nos solos dos Cerrados. Planaltina: Embrapa-CPAC, 1995. (Circ. Tecnica, 32). — Embrapa Cerrados.
MALAVOLTA, E. ABC da analise de solos e folhas. Sao Paulo: Agronomica Ceres, 1992. 124 p. — ESALQ/USP / CENA/USP.
SOBRAL, L.F. et al. Guia Pratico para Interpretacao de Resultados de Analises de Solos. Aracaju: Embrapa Tabuleiros Costeiros, 2015. (Doc. 206). — Embrapa Solos.
Comissao de Quimica e Fertilidade do Solo RS/SC. Manual de Adubacao e de Calagem para os Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. UFRGS / SBCS.