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Como Interpretar a Análise de Solo

Daniel Vilar
Especialista
13 min de leitura
Como Interpretar a Análise de Solo
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Por que Interpretar a Análise de Solo?

A análise química do solo e a ferramenta mais importante para avaliar a fertilidade de uma área agrícola. Por meio dela, e possível determinar os teores de nutrientes disponíveis para as plantas e as características que influenciam essa disponibilidade, embasando decisões precisas de calagem e adubação.

Segundo a EMBRAPA, a análise de solo e a principal ferramenta de avaliação da fertilidade do solo e possibilita a tomada de decisão para a pratica da calagem ou para a recomendação da adubação. Contudo, obter um laudo laboratorial e apenas metade do caminho — saber interpreta-lo corretamente e o que transforma dados em lucro.

Fonte: Incaper.

De acordo com PREZOTTI e GUARCONI (Incaper, 2013), "Um dos aspectos mais importantes para uma agricultura sustentável e o conhecimento da fertilidade do solo, além de suas características e limitações, para que intervenções sejam realizadas da maneira mais racional possível, evitando-se os desequilíbrios ambientais."

O plano de fertilização em 5 etapas

  1. Amostragem de solo da área a ser cultivada
  2. Análises laboratoriais
  3. Interpretação da análise (foco deste guia)
  4. Recomendação de fertilizantes e corretivos
  5. Aplicação e manejo dos insumos na lavoura

ATENCAO — Extratores e regionalidade
Não existe um laudo de análise de solo 'padrão' no Brasil. Cada estado possui seu manual de métodos especifico. Os critérios de interpretação variam conforme o extrator utilizado e a região. Sempre utilize as tabelas de referencia do seu estado ou região de cultivo.

Amostragem do Solo: o Alicerce da Interpretação

Antes de interpretar qualquer resultado, e fundamental garantir que a amostragem foi realizada corretamente. Os maiores índices de equívocos em um plano de fertilização acontecem exatamente nessa etapa. Uma amostra de aproximadamente 300 g representa um volume de solo de 2.000.000 dm3/ha — ou seja, 1 parte em 200 milhões.

Protocolo de coleta recomendado

  1. Dividir a área em talhões homogêneos (max. 20 ha), considerando topografia, cor, textura, vegetação e histórico de manejo.
  2. Utilizar o mesmo equipamento de coleta em toda a amostragem (trado, sonda, pá de corte ou enxadão).
  3. Coletar aproximadamente 20 amostras simples com enxadão/trado, ou 30 com sonda, percorrendo a área em zigue-zague.
  4. Coletar nas profundidades padrão: 0-20 cm e 20-40 cm. Amostras em profundidades intermediarias não podem ser interpretadas pelas tabelas disponíveis na literatura.
  5. Em culturas perenes, amostrar sob a copa das plantas E na entrelinha, enviando duas amostras compostas separadas ao laboratório.
  6. Misturar as amostras simples, destorroar em lona plástica, secar a sombra, retirar ~300 g, identificar e enviar ao laboratório credenciado.

https://www.youtube.com/watch?v=OK0aDv2yQrw

pH do Solo: o Maestro da Fertilidade

O pH mede a acidez ativa do solo — a atividade de H+ presente na solução do solo. E o parâmetro mais importante do laudo, pois governa a disponibilidade de praticamente todos os nutrientes. O pH varia ao longo do tempo conforme o manejo, cultivos sucessivos e adubações.

Na análise, o pH e determinado em potenciômetro agitando-se 10 cm3 de solo com 25 mL de agua (relação 1:2,5). No Estado de São Paulo, o IAC/ESALQ-USP determina o pH em solução de CaCl2 (0,01 mol/L), que reduz a influencia de sais sobre a leitura.

Tabela 1 — Classes de interpretação do pH

DeterminaçãoAcidez ElevadaAcidez MediaAcidez Fraca
pH em agua< 5,05,0 – 5,96,0 – 6,9
pH em CaCl2< 4,44,4 – 5,35,4 – 6,3

Fonte: Prezotti et al. (2007); Raij et al. (1996) — IAC / ESALQ-USP

FAIXA IDEAL DE pH A faixa de pH considerada adequada para o crescimento e desenvolvimento da maioria das culturas situa-se entre 6,0 e 6,5. Nessa faixa não ha presença de Al3+ (forma toxica) e ha boa disponibilidade de nutrientes. Fonte: Novais et al. (2007) — UFV/SBCS.
EFEITO DO pH ALTO Em pH acima de 6,5, a solubilidade do Fe decresce aproximadamente mil vezes por unidade de pH. A disponibilidade de Zn, Cu e Mn também e reduzida significativamente. Fonte: Prezotti & Guarconi (2013).

Alumínio Trocável (Al3+): o Inimigo das Raízes

O alumínio trocável (Al3+), também denominado acidez trocável, e a forma iônica toxica do alumínio as plantas. O Al3+ causa engrossamento e encurtamento das raízes, impede a formação de pelos radiculares e prejudica a absorção de agua e nutrientes.

Com a elevação do pH acima de 5,5 pela calagem, o Al3+ (toxico) passa para a forma insolúvel Al(OH)3 (não toxico). Após a calagem bem executada, o teor de Al3+ deve assumir o valor zero.

Tabela 2 — Classes de interpretação para Al3+ (extrator: KCl 1 mol/L)

ElementoBaixo (cmolc/dm3)Medio (cmolc/dm3)Alto (cmolc/dm3)
Al3+< 0,30,3 – 1,0> 1,0

Fonte: Prezotti et al. (2007)

Saturação por Alumínio (m%)

A saturação por alumínio indica o percentual da CTC efetiva (t) ocupado pelo Al3+. Formula:

m (%) = (Al3+ ÷ t) x 100

Tabela 3 — Classes de interpretação para m%

m%ClassificaçãoAção recomendada
< 50%BaixoSituação aceitável para culturas tolerantes
50–70%MédioRisco moderado; calagem recomendada
> 70%AltoToxidez severa; calagem urgente

Fonte: Novais et al. (2007) — UFV/SBCS

CTC Total e Efetiva: a Capacidade de Retenção de Nutrientes

A Capacidade de Troca de Cátions (CTC), representada pela letra T, indica a quantidade total de cargas negativas do solo medidas a pH 7. E uma das variáveis mais importantes para avaliar o potencial produtivo do solo, pois determina sua capacidade de adsorver e reter nutrientes catiônicos como K+, Ca2+ e Mg2+.

T = K+ + Na+ + Ca2+ + Mg2+ + (H + Al)   ou   T = SB + (H + Al)

Tabela 4 — Classes de interpretação para CTC

CaracteristicaUnidadeBaixoMedioAlto
CTC Total (T)cmolc/dm3< 4,54,5 – 10> 10
CTC Efetiva (t)cmolc/dm3< 2,52,5 – 6,0> 6,0

Fonte: Novais et al. (2007) — UFV/SBCS

Proporção ideal de nutrientes na CTC (solos férteis)

NutrienteProporcao Ideal na CTC (%)
Calcio (Ca2+)50 a 70%
Magnesio (Mg2+)10 a 15%
Potassio (K+)3 a 5%
Sodio (Na+)< 5%
H + Al (acidez)Reduzir com calagem

Fonte: Prezotti & Guarconi (2013); Novais et al. (2007)

Saturação por Bases (V%): o Principal Critério de Calagem

A saturação por bases (V%) indica a porcentagem do total de cargas negativas da CTC (T) que esta ocupada pelas bases (K+ + Na+ + Ca2+ + Mg2+). E o índice mais utilizado para orientar a calagem no Brasil, especialmente nos solos do Cerrado.

V (%) = (SB ÷ T) x 100

Tabela 5 — Classes de interpretação para V%

V%ClassificaçãoAção recomendada
< 50%Baixo (Distrófico)Calagem necessária para elevar V ao valor exigido pela cultura
50%Médio (Mesotrófico)Faixa adequada para a maioria das culturas
> 50%Alto (Estrófico)Boa fertilidade; monitorar para nao exceder exigencia da cultura

Fonte: Novais et al. (2007) — UFV/SBCS; CFSEMG 5a Aproximacao (1999)

FORMULA — NECESSIDADE DE CALAGEM (Método V%) NC (t/ha) = [(V2 - V1) x T] / (PRNT x 10)  Onde: V2 = V% desejada; V1 = V% atual; T = CTC total (cmolc/dm3); PRNT = Poder Relativo de Neutralização Total do calcário (%). Fonte: Alvarez V. et al. (1999); Novais et al. (2007) — UFV/SBCS.

https://www.youtube.com/watch?v=dY_bHlTNn4o

Matéria Orgânica (MO): o Indicador de Vida do Solo

A matéria orgânica do solo (MO) e um indicador fundamental de qualidade e saúde do solo. Ela influencia a CTC, a estrutura, a atividade biológica, a retenção de agua e o fornecimento de nutrientes, especialmente o nitrogênio.

Para uma referencia pratica: um solo com 1,9% de MO contem aproximadamente 570 kg de N/ha. Considerando uma taxa de mineralização de 3% ao ano, esse solo disponibiliza cerca de 17 kg/ha/ano de N — quantidade que mantem as vegetações naturais mas insuficiente para culturas comerciais de alta produtividade.

Tabela 6 — Classes de interpretação para Matéria Orgânica

ElementoMetodoUnidadeBaixoMedioAlto
Materia Organica (MO)Walkley & Blackdag/kg< 1,51,5 – 3,0> 3,0

Fonte: Novais et al. (2007) — UFV; Prezotti et al. (2007)

SOLO ARENOSO COM BAIXA MO (< 1,5 dag/kg) Baixa CTC e baixo poder tampão. Exige parcelamento da adubação para evitar lixiviação de nutrientes. Doses elevadas de fertilizantes K e N podem causar danos as raízes por aumento da salinidade. Fonte: Novais et al. (2007).

Fosforo (P): o Nutriente que o Solo 'Esconde'

O fosforo disponível (P) e a medida relativa da quantidade de P que as plantas conseguem absorver. Para sua determinação, são utilizados extratores específicos — os mais comuns são o Mehlich-1 (utilizado na maioria dos estados) e a Resina de Troca Iônica (padrão no Estado de São Paulo, conforme o Boletim 100 do IAC).

Fosforo Remanescente (P-rem): chave para interpretar o P disponível

O P-rem mede a capacidade de adsorção de P do solo. Quanto mais argiloso o solo, menor o P-rem e menor a fração de P recuperada pelo extrator. Por isso, os limites de disponibilidade de P são diferentes conforme a textura do solo.

Tabela 7 — Estimativa de textura pelo P-rem

P-rem (mg/L)Estimativa de Textura do Solo
< 20Argilosa
20 – 40Média
> 40Arenosa

Fonte: Prezotti et al. (2007); Novais et al. (2007)

Tabela 8 — Classes de disponibilidade de P (Extrator Mehlich-1)

CulturaP-rem (mg/L)Baixo (mg/dm3)Médio (mg/dm3)Alto (mg/dm3)
Perene< 20< 55 – 10> 10
Perene20 – 40< 1010 – 20> 20
Perene> 40< 2020 – 30> 30
Anual< 20< 2020 – 40> 40
Anual20 – 40< 4040 – 60> 60
Anual> 40< 6060 – 80> 80
Hortaliça< 20< 3030 – 60> 60
Hortaliça20 – 40< 6060 – 100> 100
Hortaliça> 40< 100100 – 150> 150

Fonte: Prezotti et al. (2007); Raij et al. (1996) — IAC/ESALQ-USP

Veja também: Fósforo (P) na Agricultura: O Nutriente que Mais Limita a ALTA Produtividade?

Potássio (K): a Análise Revela Apenas a Ponta do Iceberg

O potássio disponível (K) indica o teor de K que as plantas conseguem absorver a curto prazo. Contudo, 98% do K total do solo encontra-se nas estruturas dos minerais em forma não disponível (K estrutural). A analise de solo determina apenas a fração trocável e o K em solução.

Tabela 9 — Classes de interpretação para K disponível

MétodoCulturaBaixo (mg/dm3)Médio (mg/dm3)Alto (mg/dm3)
Mehlich-1Perene / Anual< 6060 – 150> 150
Mehlich-1Hortaliça< 8080 – 200> 200
Resina (IAC)Todas0 – 6061 – 120121 – 235

Fonte: Prezotti et al. (2007); Raij et al. (1996) — IAC/ESALQ-USP

Calcio (Ca) e Magnésio (Mg): Além da Calagem

Calcio e magnésio indicam a quantidade desses elementos na forma trocável (Ca2+ e Mg2+), passível de absorção pelas plantas. São os elementos que mais influenciam na V% em razão de sua maior taxa de ocupação da CTC.

ATENCAO: solos de baixa CTC e baixos teores de Ca e Mg podem apresentar V% media a elevada — uma indicação falsa de boa fertilidade. Por isso, e imprescindível avaliar os teores absolutos de Ca e Mg juntamente com a V%.

https://www.youtube.com/watch?v=tnmVnOkCXlA&t=76s

Tabela 10 — Classes de interpretação para Ca e Mg

ElementoMétodoUnidadeBaixoMédioAlto
Cálcio (Ca)KCl 1 mol/Lcmolc/dm3< 1,51,5 – 4,0> 4,0
Magnésio (Mg)KCl 1 mol/Lcmolc/dm3< 0,50,5 – 1,0> 1,0

Fonte: Prezotti et al. (2007); Novais et al. (2007) — UFV

RELACAO Ca:Mg NA CTC Uma boa proporção Ca:Mg na CTC e de aproximadamente 3:1 a 5:1. Desequilíbrios podem causar antagonismo e deficiências induzidas. O calcário calcítico (alto Ca) e o calcário dolomítico (Ca + Mg) são escolhidos conforme a necessidade de elevar um ou ambos os elementos.

Enxofre (S): Nutriente Frequentemente Negligenciado

O enxofre e facilmente lixiviado na forma de SO42-. Geralmente seu teor e maior em camadas inferiores (20–40 cm). Pode ocorrer deficiência quando são utilizados continuamente fertilizantes sem S (como formulações de alta concentração) em lavouras de alta produtividade.

Espécies mais exigentes em S pertencem as famílias das crucíferas (repolho, couve-flor) e liliáceas (alho, cebola), com demandas medias de 70 a 80 kg/ha de S. O gesso (CaSO4.2H2O) e fonte eficiente e econômica.

Tabela 11 — Classes de interpretação para Enxofre

ElementoMetodoBaixo (mg/dm3)Medio (mg/dm3)Alto (mg/dm3)
Enxofre (S)CaH2PO4 0,01 M< 5,05,0 – 10> 10

Fonte: Prezotti et al. (2007)

Micronutrientes: Pequenas Doses, Grandes Impactos

A analise de micronutrientes apresenta limitações especificas: os baixos teores extraídos, o pH, o teor de argila e de matéria orgânica do solo são variáveis que podem influenciar a interpretação da disponibilidade. Nas analises de rotina, o extrator mais utilizado e o Mehlich-1, exceto para Boro, que usa agua quente.

Tabela 12 — Classes de interpretação para micronutrientes disponíveis no solo

ElementoMétodoBaixo (mg/dm3)Médio (mg/dm3)Alto (mg/dm3)
Boro (B)Agua quente< 0,350,35 – 0,9> 0,9
Zinco (Zn)Mehlich-1< 1,01,0 – 2,2> 2,2
Cobre (Cu)Mehlich-1< 0,80,8 – 1,8> 1,8
Ferro (Fe)Mehlich-1< 2020 – 45> 45
Manganes (Mn)Mehlich-1< 5,05,0 – 12> 12

Fonte: Prezotti et al. (2007); Novais et al. (2007) — UFV/SBCS

Comportamento especifico de cada micronutriente

  • Boro (B): Facilmente lixiviado em solos arenosos e com baixa MO. Deficiência comum em períodos secos. Calagem não altera disponibilidade.
  • Zinco (Zn): Deficiência comum em solos argilosos com pH elevado. Calagem e altas doses de P reduzem sua disponibilidade.
  • Cobre (Cu): Em solos orgânicos forma complexos estáveis. Solos arenosos são mais deficientes.
  • Ferro (Fe): Geralmente abundante em solos tropicais. Disponibilidade muito reduzida com aumento do pH. A calagem controla toxidez em culturas sensíveis.
  • Manganês (Mn): Abundante em solos tropicais. Disponibilidade diminui com pH alto. Deficiência mais comum em solos arenosos e épocas secas.
  • Molibdênio (Mo): Deficiência em solos ácidos e arenosos. A calagem aumenta sua disponibilidade. Essencial para fixação de N pelas leguminosas.

Como Calcular a Necessidade de Calagem

A calagem e a pratica de aplicar calcário agrícola para elevar o pH do solo, neutralizar o Al3+, fornecer Ca e Mg, e melhorar as condições gerais de fertilidade. Os dois métodos mais usados no Brasil são:

Método da Saturação por Bases (Cerrado e regiões tropicais)

Amplamente recomendado pela Embrapa Cerrados, UFV e UFLA. Baseia-se na elevação da V% ate o valor exigido pela cultura.

NC (t/ha) = [(V2 - V1) x T] / (PRNT x 10)

V2 = saturação por bases desejada (%)  |  V1 = saturação por bases atual (%)  |  T = CTC total (cmolc/dm3)  |  PRNT = Poder Relativo de Neutralização Total (%)

Veja também: PRNT do Calcário: O Que É e Por Que Importa na Calagem?

Método do pH SMP (Sul do Brasil)

Recomendado pelo Manual de Adubação e Calagem para RS/SC (UFRGS/SBCS). Utiliza o pH SMP, determinado com solução tampão, para estimar a acidez potencial (H+Al) e a dose de calcário necessária.

QUALIDADE DO CALCARIO — PRNT O PRNT (Poder Relativo de Neutralização Total) combina o teor de CaCO3 equivalente com a granulometria do calcário. Quanto maior o PRNT, menor a dose necessária. Sempre exija o boletim de analise do calcário e use o PRNT na formula.
GESSAGEM — COMPLEMENTO DA CALAGEM O gesso agrícola (CaSO4.2H2O) não corrige a acidez, mas fornece Ca e S para as camadas mais profundas, onde o calcário não chega rapidamente. Especialmente indicado para solos do Cerrado com Al3+ em subsuperfície. Fonte: Souza et al. (1995) — Embrapa Cerrados.

https://www.youtube.com/watch?v=GXGPaDwW1cM

Referência

PREZOTTI, L.C.; GUARCONI, A.M. Guia de Interpretacao de Analise de Solo e Foliar. Vitoria, ES: Incaper, 2013. 104 p.

NOVAIS, R.F.; ALVAREZ V., V.H.; BARROS, N.F. et al. Fertilidade do Solo. Vicosa, MG: Sociedade Brasileira de Ciencia do Solo (SBCS), 2007. 1017 p. — UFV.

RAIJ, B. van; CANTARELLA, H.; QUAGGIO, J.A.; FURLANI, A.M.C. Recomendacoes de adubacao e calagem para o Estado de Sao Paulo. 2. ed. Campinas: IAC, 1996. (Boletim Tecnico 100). — IAC / ESALQ-USP.

CANTARELLA, H. et al. Boletim 100 — Recomendacao de adubacao e calagem para o Estado de Sao Paulo. Campinas: IAC, 2022. 489 p. — IAC.

ALVAREZ V., V.H.; RIBEIRO, A.C. Calagem. In: COMISSAO DE FERTILIDADE DO SOLO DO ESTADO DE MINAS GERAIS. Recomendacoes 5a Aproximacao. Vicosa-MG, 1999. 359 p. — UFV / UFLA.

SOUZA, D.M.G.; LOBATO, E.; REIN, T.A. Uso de gesso agricola nos solos dos Cerrados. Planaltina: Embrapa-CPAC, 1995. (Circ. Tecnica, 32). — Embrapa Cerrados.

MALAVOLTA, E. ABC da analise de solos e folhas. Sao Paulo: Agronomica Ceres, 1992. 124 p. — ESALQ/USP / CENA/USP.

SOBRAL, L.F. et al. Guia Pratico para Interpretacao de Resultados de Analises de Solos. Aracaju: Embrapa Tabuleiros Costeiros, 2015. (Doc. 206). — Embrapa Solos.

Comissao de Quimica e Fertilidade do Solo RS/SC. Manual de Adubacao e de Calagem para os Estados do Rio Grande do Sul e Santa Catarina. UFRGS / SBCS.

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