Clima

Próximos dias será de frente fria com chuva e risco de geada

Na sexta-feira (3), o destaque passa a ser o risco de geadas em áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina.

Daniel Vilar
Especialista
3 min de leitura
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A primeira semana de julho será marcada pelo retorno do frio intenso e de chuvas volumosas em parte do Brasil. Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), a passagem de uma frente fria associada a um sistema de baixa pressão deve provocar tempestades entre os dias 1º e 3 de julho, principalmente no Sul do país, com previsão de raios, rajadas de vento e possibilidade de queda isolada de granizo.

Os maiores acumulados de chuva devem atingir o oeste e centro-norte do Rio Grande do Sul, além do oeste e centro-sul de Santa Catarina, com volumes que podem superar 60 mm por hora ou 100 mm em um único dia. Na quinta-feira (2), as instabilidades avançam para o centro-sul do Paraná e o sul de Mato Grosso do Sul, enquanto as temperaturas no Rio Grande do Sul podem se aproximar de 0°C.

Na sexta-feira (3), o destaque passa a ser o risco de geadas em áreas do Rio Grande do Sul e de Santa Catarina. A massa de ar frio também deve derrubar as temperaturas em São Paulo, Mato Grosso do Sul, Espírito Santo, sul de Minas Gerais, Rio de Janeiro, Goiás, Mato Grosso e Rondônia, além de provocar ventos fortes ao longo do litoral entre o Rio Grande do Sul e o Rio de Janeiro.

Para o restante do mês, o Inmet prevê um cenário de chuvas acima da média no Rio Grande do Sul, Santa Catarina, sudeste do Paraná, extremo sul de São Paulo, além de áreas do Amapá e do noroeste do Pará. Já regiões como Espírito Santo, norte do Paraná, centro-norte de Mato Grosso do Sul e parte do Nordeste devem registrar precipitações abaixo da média. Mesmo com a chegada de frentes frias, a tendência é de temperaturas acima da média histórica em grande parte do Brasil ao longo de julho.

🔧 O que isso significa para o produtor? Aproveite os próximos dias para revisar o manejo das lavouras mais sensíveis ao frio, proteger mudas e hortaliças e acompanhar os alertas meteorológicos da sua região. Quem ainda está em colheita também deve redobrar a atenção, já que a combinação de chuva e baixas temperaturas pode atrasar as operações no campo.

Fonte: Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet).

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